22 de jul de 2013

AS PERGUNTAS QUE IGNOREI


"Dizem que pequenas dores são suportáveis, mas de quantas pequenas dores se faz a desistência?
Quantos “tudo bem” são precisos para se notar que nada está realmente bem?
Quanto tempo é preciso esperar para decidir o rumo de duas vidas?
Seria justo subjugar uma história por um momento? Ou será que os momentos são capazes de encobrir toda a história?
Será que eu fiz tudo como deveria ou fui uma criança mimada em busca de atenção?
Será que fui compreensiva o bastante ou só alimentei minha mera arrogância?
Será que eu fui a rosa ou só fui parte dos espinhos?
Logo eu que tinha tantos planos deveria perder as esperanças?
Às vezes as coisas são bem maiores que o que a gente consegue ver.
E por mais que eu tenha sido capaz de dar todas as respostas que estavam ao meu alcance, ao final de tudo o que realmente decidiu o rumo das coisas foram as perguntas que eu ignorei!"
Aline Alves

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